sábado, 9 de agosto de 2008

"para sempre, princesa"

- escrevi-te uma carta.
- sério?
- sim, mas tenho vergonha de te enviar/dar/mostrar.
- stop it.
já percebemos que isso não é saudável.
- pode não ir com as tuas expectativas.
- & se eu não tiver expectativas?
pára lá com as inseguranças, sff.
- & se tiveres?
não consigo, é mais forte que eu, tu sabes disso.
- és tão mais forte do que te julgas, meu bem!
- sou fraca.
- então usa-me como parte de ti.
- não te quero usar, isso seria desrespeitar-te.
- nem de uma maneira nem de outra.
deixa-me fazer parte de ti.
- mas já o fazes.
- então como poderias jamais ser fraca?
tens duas mentes num só corpo.
- mas a outra mente está longe e a que me segura neste momento está fraca, entendes?
- mantém-me perto de ti, eu seguro-te.
- tens força suficiente para isso?
- ainda nos substimas, meu amor.
- eu acredito em ti e na tua força, só não acredito na minha.
- acredita na nossa, então.
- e tu queres que acredite?
- quero.
não quero ser eu sem ti, quero um nós.
- será que já não
há?

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

gastas-me em cada segundo


Procuro-me em cada poro do teu corpo, porque continuas a fazer com que eu não me veja?
Não te peço para me amares, mas sim para me dares um carinho de vez em quando.
Eu preciso, não vês isso?
Afinal, quem somos nós agora?