segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

esperar por...

o pincel ficou seco de tanto esperar.

noites cheias

já tenho saudades das noites enrolada no lençol, com a cabeça por baixo da almofada e tu por cima de mim a me dares beijinhos no peito.
como eu adoro esse corpo semi-despido de encontro com o meu e esses lábios macios a fazerem brru brru na minha barriga.

amor que não morre

sempre ouvi dizer que para nascer um novo amor, o outro tem de morrer.
não há maneira de matar o nosso, acho que te vou amar para sempre.
não há maneira de nos matar.

o silêncio da música

a musica tornou-se o silêncio das teclas tocadas no meu piano.

platonismo

ficando à espera de um sorriso que poderá nunca vir a existir.
trata-se de um amor platónico, o nosso amor.