segunda-feira, 31 de maio de 2010

compreensão incompreensível

Puxo pela cabeça, sem compreender a própria incompreensão.
Sentindo-me ignorante perante pensamentos compreensíveis
de cabeças que compreendem sem pensar.

s.e.r

tudo para dizer o quanto me fazes sonhar.
para sempre, tua.

terça-feira, 9 de março de 2010

sabes(-me) tão bem

como é bom esses dentes a sorrirem, nesses lábios que eu tanto adoro.

pensamentos de te ter

jamais pensarei no dia em que vais partir, resta-me apenas o pensamento dos dias em que te tenho.
como é bom esse meu pensamento.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

deixa-me sonhar


deixa-me, pela ultima vez, rasgar cada bocado do (teu) corpo, cada bocado do (teu) cheiro e guardar numa caixinha para um dia mais tarde, abri-la e sentir(-te) comigo a todo o momento.

o dia em que partimos

O momento está quase a acontecer.
Será nesse dia que as nossas almas voltarão para os nossos corpos
e jamais seremos um nós.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

just

hoje serve-me um simples e complexo amo-te.

tu sobre eu

mãos quentes sobre corpo quente.
boca sobre boca.
olhar sobre olhar.
cada palavra bonita dita ao ouvido.

adorei sentir-te esta noite.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

esperar por...

o pincel ficou seco de tanto esperar.

noites cheias

já tenho saudades das noites enrolada no lençol, com a cabeça por baixo da almofada e tu por cima de mim a me dares beijinhos no peito.
como eu adoro esse corpo semi-despido de encontro com o meu e esses lábios macios a fazerem brru brru na minha barriga.

amor que não morre

sempre ouvi dizer que para nascer um novo amor, o outro tem de morrer.
não há maneira de matar o nosso, acho que te vou amar para sempre.
não há maneira de nos matar.

o silêncio da música

a musica tornou-se o silêncio das teclas tocadas no meu piano.

platonismo

ficando à espera de um sorriso que poderá nunca vir a existir.
trata-se de um amor platónico, o nosso amor.