- escrevi-te uma carta.
- sério?
- sim, mas tenho vergonha de te enviar/dar/mostrar.
- stop it.
já percebemos que isso não é saudável.
- pode não ir com as tuas expectativas.
- & se eu não tiver expectativas?
pára lá com as inseguranças, sff.
- & se tiveres?
não consigo, é mais forte que eu, tu sabes disso.
- és tão mais forte do que te julgas, meu bem!
- sou fraca.
- então usa-me como parte de ti.
- não te quero usar, isso seria desrespeitar-te.
- nem de uma maneira nem de outra.
deixa-me fazer parte de ti.
- mas já o fazes.
- então como poderias jamais ser fraca?
tens duas mentes num só corpo.
- mas a outra mente está longe e a que me segura neste momento está fraca, entendes?
- mantém-me perto de ti, eu seguro-te.
- tens força suficiente para isso?
- ainda nos substimas, meu amor.
- eu acredito em ti e na tua força, só não acredito na minha.
- acredita na nossa, então.
- e tu queres que acredite?
- quero.
não quero ser eu sem ti, quero um nós.
- será que já não há?
sábado, 9 de agosto de 2008
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1 comentário:
há & não deixará de haver, enquanto de mim depender.
tu sabes que eu sempre nos procurei.
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